Ovos de Páscoa Nickolle Abreu – 2012


Ovos de Páscoa Nickolle Abreu

Depois de anos sem passar por aqui, estou voltando com o blog e o avental a todo vapor!!!!!

Estarei recebendo encomendas de ovos de páscoa até 30/03 com entrega até dia 06/04.

Os ovos são feitos com chocolate e produtos de ótima qualidade  e vêm com uma generosa camada de recheio!! Vale a pena!!

SABORES:

Recheio de Nutela . Nº15 -Chocolate ao leite – R$32,00,  Chocolate meio amargo - R$35,00 e Chocolate branco – R$38,00

Recheio de beijinho de coco . Nº15 – Chocolate ao leite –R$27,00,  Chocolate meio amargo - R$30,00 e Chocolate branco – R$35,00

Recheio de brigadeiro . Nº15 – Chocolate ao leite – R$25,00,  Chocolate meio amargo - R$28,00 e Chocolate branco – R$30,00

Recheio de Trufa de Maracujá/Limão -Nº15 – Chocolate ao leite –R$33,  Chocolate meio amargo - R$36 e Chocolate branco – R$39

Recheio de creme nuts (ganache de chocolate meio amargo com nozes/avelã e castanha picadas)Nº15 – Chocolate ao leite – R$35,00,  Chocolate meio amargo - R$38,00 e Chocolate branco – R$40,00

Recheio de creme M&M’s (ganache de chocolate meio amargo com M&M’s) Nº15 – Chocolate ao leite – R$35,00,  Chocolate meio amargo - R$38,00 e Chocolate branco – R$40,00

Qualquer dúvida ou alteração de recheio entrar em contato por email ( nickabreu@msn.com) ou deixem recado aqui  no blog com email e tel de contato!

Nickolle Abreu ♥

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Arquivado em Feito por mim!, Sweets!

Fica a dica em BH

Pra quem, assim como eu… Gosta demaaaaais de Frozen Yogurt, vai gostar da novidade!!!

Em BH, abriu mais uma loja que vende o produto que está virando febre… O Yogo Mio… Fica na Av. Cristovão Colombo, 476  -  Savassi.

Achei deliciosoooo… E pra quem gosta de Yogoberry, pode saber que vai gostar também… achei o sabor super parecido… De todas as lojas que vendem o frozen, o Yogo Mio é o que mais tem semelhança com o top de vendas!!!!

Ainda possui diferenciais… 4 sabores de picolés, que de cabeça não lembro os sabores… E o sabor blend, que você junta a fruta ao iogurte e para dar sabor ao mesmo!!!!

Bom, então fica a dica!!!

As fotos foram retiradas do blog vivaoluxo.

Nickolle Abreu

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Testado e aprovado – Häagen Dazs

E então… O que acharam dos posts “Os melhores restaurantes do mundo“!?!?!? Não sei vocês… mas minha vontade é de conhecê-los de uma vez!!!!

Na minha opinião, mesmo não conhecendo… O que mais me despertou interesse foi o que ficou na 3ª posição…o “The Fat Duck“… Que coisaaaa!!! Comida com cara boa, e super divertida!!!

Mas vamos mudar de assunto!!!

Semana passada matei minha curiosidade de comer o Häagen Dazs de Cheesecake de Limão… e Adivinhem…

Como todo bom, perfeito e maravilhoso sorvete Häagen Dazs, ele é simplesmente Sen-sa-cio-naaaal!!!!!! Tem o azedinho do limão, com a cremosidade do sorvete… doce no ponto, e com pedacinhos de biscoito!!!

Eu e Costa... Repara a felicidade das criaturas!!!!

Resolvemos dividir por 4 o pote maior de 473 ml e todos amaram!!! O preço em supermercado está em torno de R$18,00… Um pouco salgado, eu sei… Mas pode ter certeza… VALE MUITO A PENA!!!

Pra quem nunca comeu os sorvetes da marca, também recomendo os meus preferidos… Macadâmia Nut Brittle, Doce de Leite e Morango!!! Um melhor que o outro… E além dos tamanhos maiores, também podem ser encontrados como os minicups de 100ml.

Nickolle Abreu

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O melhor restaurante do mundo

 

E finalmente… O Melhor restaurante do mundo!

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Situado numa casa reformada do século 18, na beira do mar de Copenhagen – Dinamarca, o Noma acaba de ser eleito o melhor restaurante do mundo, comandado pelo chef dinamarquês Rene Redzepi, de 32 anos. Ele que é o expoente do que tem sido chamado de nova cozinha nórdica, resultado da união de ingredientes locais com técnicas tradicionais e de alta gastronomia.

Mariscos gigantes, caranguejos do fundo do mar, lagostins das Ilhas Faroe, salmão selvagem, bacalhau fresco e algas marinhas da Islândia.
Faisão e búfalo da Groelândia, trufas da Suécia, frutas, plantas e sementes das florestas nórdicas, e ovos de atobá do Ártico, de gema vermelha.

São ingredientes inéditos e de qualidade excepcional que entram na cozinha de Redzepi, e tem chamado muita atenção de experts e gourmets do mundo inteiro. Não é por menos que o Noma ultrapassou o El Bulli, que por 4 anos conzecutivos ficou em 1º lugar no ranking.

O chef dinamarquês Rene Redzepi, do restaurante Noma, colhendo plantas para usar em seu restaurante

O local escolhido para o empreendimento, cujo nome foi criado a partir da junção dos termos dinamarqueses “nordisk” (nórdica) e “mad” (comida), é uma antiga construção de 1747, que antes era usada para armazenar os alimentos que chegavam de navio ao país.

Redzepi gosta que as pessoas usem as mãos para comer e cria um clima meio teatral no Noma que enfatiza a conexão com a natureza que ele quer que os clientes sintam – e isso tem o lado extremamente benéfico de também ser uma grande diversão.

Bar inside Noma, Copenhagen.

O estilo do restaurante à beira-mar enfatiza elementos rústicos – vigas de madeira de demolição, couro de ovelha sobre o espaldar das cadeiras – sobre outros de elegância mais convencional. Atendimento atencioso e de muita qualidade, sendo que freqüente que cozinheiros saiam da cozinha um pouco apertada para entregar e explicar tais pratos. Geralmente a cozinha tem 24 cozinheiros – mais de um para cada dois clientes – de seis países diferentes, sendo o inglês a língua oficial.

Noma: view from our table

Seu menu fixo de 7 pratos custa a partir de DKK1095 (equivalente a R$350), e com a lagosta incluida DKK1250 (equivalente a R$400) – ALMOÇO e para Janta um menu ‘Noma Nassaaq’ que custa em torno de R$450 com 12 pratos e uma solicitação de permanência na casa de no mínimo 4 horas para a degustaçãop. Mais 7 taças de vinho por DKK895 (R$286) e menu de sucos por DKK395 (R$126). Um preço justo quando se trata do melhor restaurante do mundo…

Bom, vamos aos pratos.

Snacks:

Sea-buckthorn ‘leather’ with pickled rose hip petals.  - Sea-buckthorn é uma frutinha proveniente das regiões montanhosas da China e da Rússia. O prato é uma espécie de couro desta frutinha com pétalas de rosas.

 

Cookies com speck (tipo um presunto cru) e groselhas.

Sanduíche de pão de centeio torrado com pele de galinha, queijo defumado e creme de feijão fava

Ovo de codorna defumado – O ovo está levemente defumado e sua gema ainda mole…

Rabanetes em solo – sO “solo” é feito de uma camada de malte triturado, avelãs e cerveja assentados sobre um creme de iogurte de leite de ovelha com estragão.

 

Ovas de bacalhau tostadas, ervas selvagens e pó do vinagre

Pão quente com manteiga recém-revolvidos e banha de porco

Beterraba com molho agridoce e malte.

Fatias crocantes de vieiras com grãos secos, avelãs e molho de tinta de lula.

Tartare de carne dinamarquêsa, emulsão de estragão e bagas de zimbro. (come-se com as mãos)

Lagostim com salsa de ostras, e emulsão de água do mar, e migalhas de centeio. (come-se com as mãos)

Aspargos brancos, brotos de pinheiros e molho de pinho

Cebolas com caldo de couve e cebola.

Purê de ‘talos de vegetais’ e peixe grelhado servido com um purê de cenoura branca, uma flor de sabugueiro, o vinho branco e molho de alcaparras, talos de agrião e aipo, couve e ervas.

Ovo frito…

Veja o seu preparo aqui!!

Lombo de veado cozido a 58 graus e depois torrado para dar uma crosta saborosa, deixando a carne derretendo, servido com caramujos, samambaias e cogumelos.

Morangos servidos com camomila, flor de sabugueiro e pequenos discos de parfait de feno. O garçom, em seguida, despeja um caldo de camomila frio e molho de óleo de canola por cima.

Sorbet de cenoura coberto com espuma de leitelho cercado cenouras cruas e cescascadas e cenouras biodinâmica e pedaços de bolo desidratado de anis estrelado, enfeitada com folhas de cenoura e raízes.

Sorbet de tupinambo com bolinhos de maçã e discos de chocolate, com uma redução de maçã e manjerona.

Pratos lindos demais… Deixando bem claro o natural dos alimentos.

Informações e imagens retiradas daqui, aqui e aqui… kkkk

Noma
Strandgade 93
1401 Copenhagen, Denmark
Tel: +45 32 96 32 97

www.noma.dk

Nickolle Abreu ♥

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OS melhores restaurantes do mundo:2º

O restaurante reconhecido com 3 estrelas Michelin, é o El Bulli, localizado num vilarejo chamado Roses, na costa nordeste da Espanha, a mais ou menos uma hora e meia de carro de Barcelona. De tão famoso que ele é, pessoas vindas do mundo inteiro alugam carro em Barcelona ou compram passagem de ônibus e caem na estrada só pra ir comer lá.Ele que até o ano passado foi considerado por 4 anos consecutivos O MELHOR RESTAURANTE DO MUNDO, caiu uma posição em 2010.

 Hans Schilling e sua esposa Marketta foram os criadores do El Bulli em 1961. Hoje, Ferran Adrià e Juli Soler são sues proprietários. Um menu tem de 170 a 200 ingredientes. Estes que são cuidadosamente estudados e combinados no “laboratório” de Adrià na época em que o restaurante não está em funcionamento. Tudo para estar constantemente encontrando novas formas, sabores e texturas para os alimentos servidos. Seus cozinheiros trabalham quase 12 horas por dia, outros chegam até 15 horas, sendo uma maratona bem puxada… Mas não é para menos, quando se trada DO El Bulli!!!

Difícil mesmo é conseguir uma reserva… E dos quase meio milhão de solicitações, apenas oito mil pessoas por ano conseguem uma reserva para o tão disputado restaurante, de abril até setembro, 50 por dia, 15 mesas cada noite. Sendo que servem apenas o jantar. Seu menu degustação, custa 190 Euros, o que não é um absurdo (o Per Se em NY custa US$ 280,00).

elbulli terrace 468x312 El Bulli restaurant to become culinary academy‎

Talvez você até já tenha ouvido falar nele… Ferran Adrià é um catalão baixinho e carismático. O Pelé da gastronomia, atrai gente do mundo inteiro pela comida maluca e deliciosa que serve em seu restaurante.



Desde a entrada o restaurante já se mostra bem surpreendente, uma vez que eles não possuem menu. Quem chega, se depara com uma ampla casa, com decoração simples, tipicamente mediterrânea. Paredes brancas e detalhes da estrutura em madeira. Seu salão possui mesas bem espaçadas e uma maravilhosa vista para o mar. Logo os garçons começam a trazer as primeiras comidinhas, que o chef gosta de chamar de snacks. No total, um jantar típico inclui uns 35 pratos, todos pequenos. Servidos sobre telas metálicas ou blocos de pedra, têm uma aparência incomum e única: é comida que não se parece com nenhuma outra comida no mundo.

Mas pra quem está pensando em TENTAR fazer uma reserva… Só se for para 2014… O restaurante fechará suas portas durante 3 anos. Tornando-se um tipo de escola de experimentos – um laboratório de idéias, onde procurará por novas técnicas e descobertas em sua cozinha surpreendente.

Bom, vamos aos pratos:

cañas mojito 

Cristal de parmegiano: estalana boca e depois se derrete. 

Gin fizz frozen caliente – refrescante e quente, duas texturas e dois sabores.

Aceitunas verdes sféricas-I: azeitona líquida

Cacahuetes miméticos:  Um salgadinho de amendoim (cacahuetes) meio doce, lembra  uma paçoquinha. Não existe uma separação entre doce e salgado no El Bulli.

Galleta de sésamo: gergelim

Chips de vanilla: arrematados com caviar

Cereza umeboshi. Ameixa seca (umeboshi) dentro da cereja – Ácido, doce e esalgado.

Flor em néctar

Esponja de coco

Bizcocho de sésamo negro y misso – feio, porém delicioso.

Hoja de ostra com rocio de vinagre: Uma folha com gosto de ostra com gotas de vinagre e um pedacinho de cebola caramelizada na ponta.

Canapé de piel de pollo

Trufa sorpresa

Lentejas de Montjoi: um prato quente de lentilhas com açafrão.

Arquivo da seção:‘El Bulli’

El Bulli

8 setembro, 2009 por Jussara Voss
02:19

“La ambición sin paciencia es peligrosa”.

Descobri porque as pessoas que vão ao El Bulli, o restaurante de Ferran Adrià, o “primeiro do mundo”, dizem que é uma experiência. “Como foi?”, perguntava, “bom ou ruim?”, e sempre escutava “é diferente” e eu deduzia: acho que não vale a experiência. Mas afinal, é mesmo esse catalão um gênio como dizem, ou um cozinheiro que resolveu “desconstruir” a comida e que ganhou admiradores e críticos pela cozinha praticada, contando para isso com o apoio da mídia. Sem muita reflexão e análise do fenômeno, depois de conhecer o seu trabalho, concluo: é um artista. Talentoso, sem dúvida. Talvez o problema maior esteja em seus imitadores que sem criatividade suficiente, ou preparo, se perdem em invenções malucas e sem gosto, não falo dos seguidores que dominam a arte, cozinheiros dedicados que conseguem, em alguns casos, superar o gênio, ficando com a cabeça solta mas com o pé na terra. Amante da comida “comida” e não de espumas ou esferas, confesso que tinha medo do El Bulli, o “bulldog” me assustava. Por isso tudo, tinha desistido de conseguir uma mesa no restaurante, tinha tentado uma única vez – algumas pessoas passam anos perseguindo esse objetivo em vão, tem até comunidades dos “que querem jantar lá e não conseguem”. Então, conseguir um lugar no restaurante três estrelas Michelin é como uma loteria. Pois, eu, sem jogar, ganhei um bilhete premiado, sem querer e por puro acaso do destino e generosidade de amigos, jantei no El Bulli, em ótima companhia. Numa noite agradável na enseada bela de Montjoi descobri o que acontece naquela casa que atrai 50 pessoas todos os dias durante apenas seis meses no ano. Pois, vou contar, uma noite no El Bulli é como uma “montanha russa”. Em algumas horas, do sabor maravilhoso ao estranho e até repugnante. Começamos subindo a escalada invencionista lentamente, como o carrinho do brinquedo que quando é acionado e começa esquentar as roldanas pouco a pouco para depois despencar despenhadeiro abaixo para desespero dos mais medrosos e fóbicos. Foi exatamente assim no El Bulli, começamos com a famosa caipirinha e lâminas de queijo deliciosamente crocantes. Respirei aliviada, tinha iniciado a aventura e parecia que o mar naquela enseada jamais se agitaria. Ledo engano, depois do caldo de camarão e alguns intestinos de moluscos e outros bichos, vi que era preciso cautela para encarar os 35 pratos do menu. Chegamos às 20h e fomos direto para a cozinha, todos os clientes seguem esse ritual, e ele, o mestre-cozinheiro, um cara simples, estava lá comandando um pequeno exército, meio sem jeito na vitrine entre os comensais curiosos. Saímos às 2h, fechamos o restaurante, matamos a curiosidade, conhecemos o talento de um homem ousado. Um jantar com altos e baixos, mas ele pode. Uma experiência, realmente, para não esquecer.

Mais sobre o El Bulli

O restaurante recebe cerca de oito mil pessoas por ano, de abril até setembro, 50 por dia, 15 mesas cada noite. Só servem jantar. Mil e quinhentos pratos. Quem criou o El Bulli foi Hans Schilling e sua esposa Marketta em 1961. Hoje, Ferran Adrià e Juli Soler são os proprietários. Adrià está na casa desde 1984, fez um estágio de um mês em 1983, e Soler está lá desde 1981. De 60 a 70 pessoas trabalham nas temporadas. Um menu tem de 170 a 200 ingredientes. Os cozinheiros trabalham quase 12 horas por dia, outros chegam até 15 horas. Os antigos donos tinham cachorros da raça bulldog franceses e os chamavam de “bulli”. Antes da chegada de Adrià o El Bulli já tinha a segunda estrela Michelin, que logo se perdeu sendo recuperada em 1990. A terceira veio em 1997. A cozinha tem 350 m². Um dos salões da casa está quase igual como era em 1982. Um jantar dura cinco horas. São 40 cozinheiros para 50 comensais. Fonte: “Un dia en El Bulli”. Em 2010: cardápio novo.

Menu do El Bulli

Primeiro ato: entram os “snacks”, ou bocados.

Desconstruindo a caipirinha: cañas mojito –  para quebrar o gelo. Essa foi fácil. Quem nunca chupou cana?

Cristal de parmegiano: estalando na boca e depois se derretendo. Começando muito bem.

Gin fizz frozen caliente: refrescante e quente, duas texturas, dois sabores inesquecíveis.

Aceitunas verdes sféricas-I: uma azeitona líquida parece uma bobagem, mas é tão perfeita e surpreendente que dá vontade de comer mais.

Cacahuetes miméticos: indecifrável. Um salgadinho de amendoim (cacahuetes) meio doce, lembrou uma paçoquinha. Não existe uma separação entre doce e salgado no El Bulli.

Galleta de sésamo: gergelim assim ficou ainda mais irresistível.

Chips de vanilla: arrematados com caviar, imperdíveis.

Cereza umeboshi. Ameixa seca (umeboshi) dentro da cereja, ficou dos deuses, nunca tinha comida assim. Ácido, doce e salgado.

Flor em néctar: como uma abelhinha extraindo a iguaria, nada igual.

Esponja de coco: como a maioria dos pratos era para ser comida sem talheres de uma só vez. Macia, saborosa e intensa.

Bizcocho de sésamo negro y misso: o gergelim com a pasta de soja ficou muito feio, porém, delicioso.

Hoja de ostra com rocio de vinagre. Acredite: é uma folha com gosto de ostra com gotas de um vinagre saboroso e um pedacinho de cebola caramelizada na ponta.

Canapé de piel de pollo: crocante, macio, saboroso, daria para comer um balde.

Trufa sorpresa. Fiquei tão pasma com esse prato que a única coisa que eu lembro é que não se comia a folha. Alguém pode ajudar?

Lentejas de Montjoi: um prato quente de lentilhas é sempre bem-vindo, ainda mais com açafrão.

Gambas dos cocciones

Almendra mimética:  O gelado era “água de tomate”. Do lado esquerdo: um pedaço de manga

Lechuga \ tomate

Berberechos com yuzu: berbigão, molho de soja, erva-doce fresca e crocante e limão japonês.

Leche de soja com soja

Bocadillo de calabaza y almendra.

Ortiguilla al té. “Sesos del mar” – Comida típica do sul da Espanha… Não sei não…mas a cara tá terrível!

Shabu-shabu de piñones. Aqui uma “releitura” da “fondue” chinês. É preciso mergulhar os saquinhos rapidamente  no caldo.

Abalones: um molusco popular na Ásia, bem rijo

Espardeñas gelée: conhecido como pepino do mar, é uma iguaria.

Ravioli de parmesano e vinagre com ouro.

Canapé de conejo y sus menudillos: muitos sabores e muitas texturas.

Riñones de cabrito com consomé el jerez, yogur y hinojo. Rins de cabrito.

Estanque: um gelo crocante: Limpando o paladar para os doces.

Marshmallow de fruta de la pasión. Marshmallow com sorbet de maracujá.

Coco: ovo gelado salpicando com curry

Hojaldre de piña

Moluscos doces

Morphings… substituindo os petit fours

Quanta coisa, não é!??!

Confesso que o The Fat Duck me chamou mais atenção…

Carmen 15-17 entlo 2a., Barcelona, Espanha  -

Tel:(34) 933 425 616

www.elbulli.com

Informações e imagens retiradas daqui e aqui.

Fiquem amanha com o Melhor Restaurante do Mundo!!!!!!!

Nickolle Abreu

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Os melhores restaurantes do mundo: 3º

E finalmente os 3 finalistas…

O The Fat Duck, que em 2005 tinha ocupado a posição de melhor restaurante do mundo, fica em 3º neste ano de 2010. Conduzido pelo chef Heston Blumenthal, o restaurante  é um dos únicos três no Reino Unido e Irlanda que receberam três estrelas do Guia Michelin em 2004.

Fat Duck Exterior

Difícil  é acreditar que um rapaz tímido do interior da Inglaterra se tornou chef autodidata, abriu o pequeno The Fat Duck sem experiência nenhuma e conquistou num intervalo de tempo recorde – seis anos – a cotação máxima de três estrelas no Guide Michelin. Perfeccionista, criativo e destemido, Heston conquistou a crítica e o público com seus pratos inusitados e polêmicos.

Ele está situado num vilarejo de Bray, Berkshire, 40 minutos a oeste de Londres. Podendo chegar até lá de trem, seguido por uma corrida de táxi de cinco minutos. Seu interior  é surpreendentemente acolhedor e relaxante – vigas em madeira e apenas 45 lugares.

Em seu site quando abrimos o espaço para fazer uma reserva, nos é solicitado no mínimo 4 horas separadas para permanecer no recinto. Imagino que os minutos devem correr sem nem percebermos… Em meio a tantos pratos magníficos de um restaurante tão renomado! Menu de degustação que pode chegar a 140 libras, sem vinho e serviços incluidos… Bom… um tanto pesadinho!!! Mas pelo jeito, deve valer a pena!

No início de 2009 o  restaurante, foi encerrado temporariamente devido suspeitas de intoxicações alimentares de alguns clientes. Cerca de 30 a 40 pessoas sentiram-se mal alegadamente depois de terem comido lá durante as últimas duas ou três semanas antes de fecharem as portas. “É verdadeiramente bizarro. Não encontrámos nada, mas não queremos arriscar e reabrir sem que sejam consideradas todas as possibilidades” indicou o proprietário ao jornal Times. Mas reabriu o restaurante após algumas semanas de inspeções.

Mesmo sendo um restaurante tão reconhecido e com valores relativamente altos, eles não possuem um código de vestimenta… Deixando seus clientes bem à vontade para frequentar o local… Claro, que bom senso é bem aceito em qualquer lugar!!

Vamos à alguns pratos…

The Fat Duck (1 of 26)

The Fat Duck (2 of 26)

Nitro-escalfado de chá verde e mousse de limão. Difícil é explicar seu preparo… Confira o vídeo abaixo…. Nossa, amei!!!!

The Fat Duck (3 of 26)

Sorvete de grãos Pommery de mostarda, repolho roxo gazpacho (um tipo de sopa) – Em sua mesa, o garçom despeja o Gazpacho cuidadosamente ao redor do sorvete… Que deve ser comido rapidamente…antes que o sorvete derreta!!! Amo frio com quente!!!

The Fat Duck (5 of 26)

The Fat Duck (4 of 26)

Geléia de codorna, creme de lagostim, parfait de foie gras, musgo de carvalho e trufas tostadas -  No centro da mesa fica uma bandeja cheia de musgo, que foi inundada com água para liberar um cheiro suave de carvalho e libertar o fabuloso poder de gelo seco – escondendo a bandeja com um véu de fumaça.

Vejam  vídeo:

The Fat Duck (7 of 26)

Mingau de caramujo, presunto Jabugo e erva-doce raspada.

The Fat Duck (9 of 26)

Foie gras assado “benzaldeído”, gel fluido da amêndoa, cereja e camomila.

The Fat Duck (10 of 26)

The Fat Duck (11 of 26)

Som do mar – Mariscos e pequenas porçoes de frutos do mar servidos numa placa de vidro com uma porção de areia… E tudo isso ouvindo música individualmente, com um Ipod colocado dentro de uma concha…genial!!!!

The Fat Duck (12 of 26)

Salmão escalfado em gel de alcaçuz, alcachofra, maionese de baunilha e Azeite “Manni” .

The Fat Duck (13 of 26)

Ballotine de Pombo de Anjou, morcela “Feito à Ordem”, salmoura temperada e sucos

The Fat Duck (16 of 26)

Chá gelado – quente para limpar o paladar. Sensações quentes e frias são entregues a distintas partes da boca, ao mesmo tempo.

The Fat Duck (17 of 26)

Mrs. Marshall’s Margaret Cornet – A sobremesa inaugural é precedida por livrinhos sobre Mrs. Marshall e seu sorvete de ponta feito no século 19. Breve história adicionados ao doce - perfeitamente apresentado, como um mini cone de maçã com creme de gelo e um recheio de gengibre.

The Fat Duck (18 of 26)

Pine Sherbet Fountain – Com  instruções de mergulhar a fava de baunilha no sorvete, retirá-la e degustar.

The Fat Duck (19 of 26)

Manga e purê de Douglas Fir, bavarois de lichia e manga, sorvete de groselha 

The Fat Duck (20 of 26)

Cereais – Flocos de batatas fritas com doce de leite

The Fat Duck (21 of 26)

Nitro-ovos mexidos e sorvete de bacon,pain perdu e geléia de chá.

Vejam como se faz essa incrível sobremesa!!!

The Fat Duck (23 of 26)

Petit fours: chocolate aerado, tartelete de .violeta, caramelo de torta de maçã.

The Fat Duck (22 of 26)

Macchiato com leite quente

Que delícia de restaurante… E mais do que surpreendente. Achei mais convincente colocar os vídeo auto explicativos dos pratos… Eles despertam mais nosso interesse… E confesso que nunca provei algo parecido… Espero um dia poder ir à um restaurante assim!!!

The Fat Duck
High Street
Bray
Berkshire
SL6 2AQ

 The Fat Duck (26 of 26)

 Informações retiradas daqui.

Nickolle Abreu

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Os melhores restaurantes do mundo: 4º

El Celler de Can Roca

  

É assim que chama o restaurante dos três irmãos: Joan, o chef; Josep o sommelier e Jordi o pâtissier… O trio é reconhecido mundialmente por explorar ao máximo os perfumes da cozinha. E não é por menos que o tão procurado restaurante não foi “provovido” de duas para três estrelas Michelin, como também foi eleito como o 4º melhor do mundo.

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Joan, Jordi e Josep

 De novo endereço, a belíssima casa moderna e envidraçada para onde se mudaram um tempo atrás fica em um subúrbio de Girona, coração da Catalunha, uma linda cidadezinha uma hora ao norte de Barcelona.  Seu salão forma uma espécie de triângulo em cujo centro há um canteiro de árvores rodeadas de lascas de pedra cinza-escuro. Um ambiente muito tranquilo e moderno entram em sintonia com as maravilhas servidas na casa.

Atendimento de primeira, pratos literalmente surpreendentes e chefs da melhor qualidade fazem do restaurante quase que um ponto obrigatório pros que apreciam boa comida… E diga-se de passagem, entre os 5 melhores do mundo. Não é pra qualquer um…

O Restaurante possui 3 menus distintos… Um de 3 cursos e uma sobremesa – 95 euros, um de 5 cursos e 2 sobremesas – 115 euros e outro de 9 cursos e 2 sobremesas – 145 euros. Todos com vinho incluido. Lógico que eu escolheria o terceiro… Em média 5 horas para você completar seu menu.

Portanto, quem tiver a oportunidade… Não deixe de ir… E com estes posts de Melhores do mundo, a minha vontade é de conhecer todos numa viagem só… Saindo daqui hoje mesmo!!! Sonho meu…

Mas, vamos ao que nos interessa… Os pratos!!!

  

De aperitivo, um bonsai – de verdade! - Pendendo de seus galhos, azeitonas recheadas de anchovas, com fina crosta caramelada e quebradiça. Um cartão de boas-vindas comestível, que representava o salgado (domínio de Joan Roca) e o doce (do qual se encarrega o caçula Jordi Roca).

Bellini: Purê de pêssego da mais alta qualidade, geladinho. E tudo se liquefazia na boca.

Finas hóstias de batatas chips ensanduicham um creminho de frango. – À esquerda, “omelete” de arenque defumado e caviar. À direita, parfait de pombo.

Espinhas de anchova fritas em tempura de arroz (era quase um torresminho do mar, textura  parecida), e, sobre a mesma “rede de pescador”, um naco de peixe com um recheio de algo picado e frito.

Mas estes todos foram servidos como APERITIVOS…

Ostras com cava Agustí Torelló, compota de maçã, gengibre, abacaxi, limão confit e especiarias – detalhe: o vidro chega geladíssimo. Ao servir, o garçom despejou sobre as ostras e os micro pedacinhos de maçã e abacaxi uma cava com consistência de geléia, quase, feita sob encomenda, em cujo translúcido gel ve-se as borbulhas em suspensão.

Escalivada com anchovas e fumaça de brasas. Beringela, pimentão, cebola e tomate na grelha

Figo com foie gras

Camarão gigante (gamba) na grelha

Sopa de cebolas, nozes Crespià (walnuts) e queijo Comté – Uma sopinha com pedacinhos de cebolinhas francesas e minipepitas de noz envoltas em caramelo quebradiço, fazendo perfeito contraponto com o suave amargor da sopa.

Cigala (cavaquinha) da Noruega cozida no vapor de Amontillado – a tigelinha da esquerda contem uma rocha e chega à mesa pelando. Sobre ela, uma espécie de peneira fina, onde pousa o corpo de uma cigala, cru. O garçom verte um Amontillado que imediatamente levanta fervura. Põe-se uma tampa, de modo que aquele vapor quentíssimo de jerez cozinhe a cigala. Ao lado, uma sopinha  feita de sua cabeça, lembrando uma bisque sem creme. E numa colherinha ainda vem um caramelo de Oloroso.

Linguado, azeite e sabores do Mediterrâneo: erva-doce, bergamota, laranja, pinoli e azeite -

Lulinhas com onion rocks – A “ilha” negra ao centro é um naco de um bolo esponjoso feito segundo técnica do El Bulli (poucos segundos em copo plástico no microondas).

Red mullet (trilha) com suquet (um cozido de frutos do mar catalão) e gnocchi de banha 

Em homenagem ao meu amor!!!!!! E ele sabe porque!!!…                                                                                                                           Steak tartare com sorvete de mostarda – A carne vem coberta com alguns glóbulos esbranquiçados do tal “sorvete de mostarda”,acompanhada de batatinhas suflês, cada qual passada em uma especiaria ou tempero: ketchup caseiro, béarnaise… Folhinhas de mostarda para completar.

Cordeiro com terrine de pêssego e abricot

Para limpar o paladar… “noz” congelada.

Sanduíche de pele crocante de porco ibérico e melão – A pele, de um marrom dourado, absolutamente plana e crocante, o melão do “recheio” morno e mole, cozido à vácuo.

Sorbet de limão destilado – A gota alaranjada possui um gosto de beurre noisette.  Cubinhos de bolo. Uma água aromatizada com rosas. Uma “neve” de leite de limão. E uma granité minute, mais conhecida como raspadinha, feita com a pele do limão.

Milk dessert – Nuvem de chantilly do mais fresco leite de ovelha, ali de perto, coroada com algodão doce e uma fatia geladinha de algo que parecia picolé de goiaba. Ou seja: Romeu e Julieta! (Inspiração trazida do Brasil pelos Chefs)

Baunilha, caramelo, alcaçuz, azeitonas secas e caramelizadas

Gol de Massi -  Os jogadores driblados aparecem em forma de mini-marshmallows. A bola, ao final, é para pegar com a mão e jogar para dentro da tigela, furando a “rede do gol”. E tudo isso enquanto eles tocam, de um aparelhinho de som em formato de bola, a narração entusiasmada do radialista catalão Joaquim Maria Puyal. Fala Sérioooooooooooooo!!!!!

Tem como não querer ir num lugar desses… Se alguém quiser me dar de presente, eu super aceito!!!

El Celler de Can Roca: Carrer Can Sunyer, 46, 17007 Girona, Catalunha                                                                                                                            Tel.  +34 972222157

www.cellercanroca.com

Informações e imagens retiradas do blog boa vida viaje aqui.

Aguardem os 3 melhores do Mundo!!!!!

Nickolle Abreu

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